Só queria mostrar a mala

Tem alguma sugestão para o tumblr? Vota ali na pesquisa, e clica em Comments (pode inventar um e-mail, ninguém liga).

Tem denúncias? Vá na aba Contato ali em cima e manda o link do denunciado.

Talvez em breve não temos novidades?

#soqueriamostraramala

O #soqueriamostraramala era uma brincadeira íntima, e um tanto quanto óbvia:  os primeiros comentários referentes ao tumblr inclusive falavam sobre isso

“como ninguém pensou nisso antes?”

“sempre falei isso”

“quem nunca”

Então como uma brincadeira o tumblr foi criado, como um teste, para ver se seria, de fato, engraçado. Por ironia do destino, o tumblr foi compartilhado no facebook e em menos de meia hora ficou “famoso”.

Tanto que, pra quem prestou atenção, as primeiras fotos nem estavam dentro do tema, afinal, como sempre se tentou deixar claro, não era um tumblr pornô, tampouco gay (a maioria dos e-mails recebidos, inclusive, foram de mulheres), e justamente por isso as fotos pessoais enviadas com o único propósito de aparecer aqui nunca foram publicadas.

O  objetivo nunca foi fama, ou ficar pop, ou ser uma carreira. Inclusive o tumblr tinha validade, a piada só existiu por existir, não para virar um meme, ou uma mania, ou ser eterno.

Por isso, sempre ficou claro que, no primeiro incômodo, o tumblr seria desativado, deletado e esquecido, como tudo na internet. O que é o “tumblr  do ano” hoje, deixa de ser amanhã.

E o momento chegou. Nunca obrigamos ninguém a entrar na brincadeira, e sabemos que a moda do politicamente correto, apesar de chata, existe. Como deixamos claro sempre, quando alguém não gostasse da brincadeira, teria a foto  deletada.

Chegamos na centésima postagem, e tivemos 1% de rejeição. Toda a unanimidade é burra, mas era o combinado: na primeira rejeição, terminaria. Com o perdão do trocadilho, o #soqueriamostraramala não tem  muito  saco.

Obrigado aos quase 800 seguidores conquistados em  poucos dias. As quase 200 mil visualizações dos mais de 20mil visitantes únicos. Às centenas de menções nas redes sociais, e às dezenas de e-mails recebidos.

Aos elogios que recebemos, aos que entenderam a brincadeira, aos que entraram no espírito de saber  que só se leva a sério quem sabe  rir de si mesmo, um muito obrigado. Que a piada  continue, como sempre existiu, não  somos geniais ou descobridores da America. Só organizamos o que todo mundo já pensava.

Se alguém quiser continuar com a brincadeira, esteja à vontade. Somos sérios o suficiente para não nos levarmos a sério ao querer a patente do óbvio.

Como dizem por aí, ser famoso na internet é como ser rico no banco imobiliário.

Continuem felizes, continuem exibindo o que bem entenderem, mostrando malas e bundas  e rostos e comida japonesa e cachorros e gatos e espelhos de  banheiro e books de elevador. E riam mais de si mesmos.

Valeu!